Política

Eduardo Bolsonaro perde ação na justiça

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Pessoas públicas, especialmente ocupantes de cargos públicos de natureza representativa, estão sujeitas a críticas e a um escrutínio mais severo dos demais cidadãos.

O entendimento é do juiz Anderson Fabrício da Cruz, da 1ª Vara Cível de Mauá (SP), ao negar pedido de indenização por danos morais feito pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro contra um youtuber por uma postagem que considerou ofensiva.

O parlamentar contestou uma publicação no Twitter em que o youtuber teria feito alusão à morte da família Bolsonaro. Ele pediu indenização de R$ 5 mil. Em sua defesa, o youtuber disse que a publicação tinha intuito humorístico e que não teve a intenção de ameaçar o autor ou sua família, mas sim de criticar sua atuação parlamentar.

Ao julgar a ação improcedente, o magistrado destacou que Eduardo Bolsonaro é deputado federal, filho do presidente da República e muito atuante nas redes sociais. Justamente por ser uma pessoa pública, está sujeito a críticas e a um escrutínio mais severo em comparação aos demais cidadãos.

“Entretanto, essa mitigação dos seus direitos de personalidade tem limites, não sendo possível que o exercício do direito de crítica transborde para a difamação e a injúria. Não pairam dúvidas acerca da proteção do direito fundamental à liberdade de expressão, o qual também resguarda juízos de valor e críticas, mesmo que exageradas, condenáveis, satíricas e humorísticas”, disse.

Porém, na publicação do youtuber, o magistrado não verificou ilegalidades, mas sim um tom “nitidamente irônico, debochado e jocoso”: “Mas, em que pese o deboche, não se vislumbra um ânimo difamatório ou injuriante”.

Para Cruz, também não há provas de que o réu tivesse o intuito deliberado de apenas violar a imagem e a honra de Eduardo Bolsonaro ou de sua família. Assim, ele concluiu pela improcedência do pedido indenizatório.

“Portanto, ainda que seja compreensível a revolta do autor, considerando o atentado sofrido por seu genitor, o tom irônico e debochado da publicação do réu, por si só, não gera o dever de indenizar, pois, não ultrapassou os limites do exercício do seu direito constitucional à liberdade de opinião e de livre manifestação do pensamento”, completou.

Clique aqui para ler a sentença
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Caiado e Mendanha próximos de um empate técnico

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O levantamento realizado entre os dias 15 e 20 de dezembro é do Instituto Voga, e mostra a intenção de votos dos goianos. Com a margem de erro de 3 pontos percentuais para baixo ou para cima, na espontânea a diferença pode ficar em apenas 2%, entre Caiado e Mendanha.

 

Pesquisa eleitoral encomendada pelo Grupo Gazeta (TV Gazeta/Jornal Gazeta do Estado) ao instituto Voga BR, pesquisou a satisfação do eleitorado quanto aos Governos Federal e Estadual, a intenção de votos para o Governo Federal e Estadual, pesquisou também a intenção de votos para Deputado Federal e Deputado Estadual para as próximas eleições de 2022 e mostra também a expectativa do eleitorado para o próximo ano.

 

Avaliação do Governo de Goiás

A pesquisa mostra que mais de um terço dos eleitores acham a administração do Governo de Goiás boa,  na avaliação 7,56% não soube avaliar ou não quis opinar, 8,30% acha a administração ótima, 9,29% acha péssima, 10,04% ruim, 28% regular e 36,80% acha boa.

 

Pesquisa Espontânea para Governador de Goiás

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistadores não apresentam nenhuma opção de candidato, os nomes mais citados foram o de Ronaldo Caiado (27,26%) e de Mendanha (19,21%). Marconi foi lembrado por 9,29%; Vanderlan, por 4,09%; Major, por 3,22%; Edward Madureira, por 1,36 e Jânio, por 0,37%.

 

Pesquisa Estimulada para Governador de Goiás

De forma estimulada, o instituto Voga BR também apresentou os possíveis principais candidatos que buscam uma cadeira para o governo de Goiás, ou seja apresenta os nomes dos possíveis candidatos, o resultado apresentado é Ronaldo Caiado com 34,94%, seguido por Gustavo Mendanha com 21,07%, Marconi Perillo, 10,78%, Vanderlan Cardoso, 4,46%, Major Victor Hugo, 3,22%, Edward Madureira, 1,86%, Jânio Darrot, 0,50% e Wolmir Amado com 0,12%.

 

Rejeição para Governador de Goiás

Os entrevistados também foram questionados sobre a rejeição aos candidatos ao Governo de Goiás. Marconi Perillo é rejeitado por 35,19% dos entrevistados, seguido por Ronaldo Caiado com rejeição de 13,88%. Major Victor Hugo é rejeitado por 3,84%, Gustavo Mendanha rejeitado por 2,73%, Wolmir Amado por 2,23%, Jânio Darrot por 1,73% e o menos rejeitado Edward Madureira, rejeitado por 0,74% .

 

Expectativa de Vida dos Goianos para 2022

A pesquisa do Instituto Voga BR perguntou sobre a expectativa em relação a melhoria da vida dos entrevistados para o próximo ano, 8,55% não soube responder ou não quis opinar, 10,90% acha que vai piorar, 22,80% não vai haver alteração e a maioria 57,74% acredita que em 2022 suas vidas vão melhorar.

 

Deputado Federal

Indagado o eleitor também respondeu o questionário, em quem espontaneamente votaria para Deputado Federal, foram apresentados 33 nomes de passiveis candidatos, Alcides Rodrigues, PP, foi o mais apontado.

 

Deputado Estadual

Para Deputado Estadual o nome mais lembrado foi o de Amilton Filho com 1,36% das intenções dos votos. O ex prefeito de Caldas Novas Evandro Magal, que ficou preso por dez dias e se envolveu em várias operações do Ministério Público nos seus últimos mandatos naquela cidade, também é lembrado na pesquisa, mostrando que o eleitorado tem memória curta.

 

Metodologia

O levantamento realizado realizado pelo Instituto Voga BR, foi presencial entre os dias 15 e 20 de dezembro de 2021, com 807 eleitores de todas as regiões do estado de Goiás. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para baixo ou para cima, e o nível de confiança é 95%.

 

Pesquisa Completa

Para ver a pesquisa completa, com todos gráficos, com as intenções de votos para presidente, clique no link Pesquisa_Eleitoral_Gazeta_Voga_BR e baixe em PDF o questionário completo da pesquisa encomendada pelo Grupo Gazeta, para divulgação na TV Gazeta, Jornal Gazeta do Estado e Jornal do Rádio em parceria com 120 emissoras de rádio em Goiás.

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Cidades

Iris Rezende integra a décima geração dos Naves brasileiros

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Os estudos sobre famílias ainda são reduzidos e pouco divulgados em Goiás, o que torna a genealogia um tema distante das pessoas que, ao serem confrontadas com um dado novo, que as aproxima de uma pessoa que ele nunca imaginava, ficam assustadas, sem uma resposta.

Ontem, ao ser divulgado o falecimento do ex-governador e ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende Machado e alguns parentes divulgarem a nossa afinidade, muitos ficaram perdidos diante do fato novo.

Mas é novo para quem não tem familiaridade com a questão, pois o próprio Iris Rezende Machado mesmo sempre foi muito ligado à família e fazia questão de falar sobre o assunto.

Hoje, depois de alguns anos de pesquisas e muita dedicação de muitos nessa jornada, temos a árvore genealógica dos Naves brasileiros.

A história começa aproximadamente em 1650 quando um jovem português, João de Almeida Naves, então com uns 26 anos, resolve vir para o Brasil e aqui se fixar, constituindo família. É o primeiro Naves conhecido, com documentos registrando sua trajetória. Um desses primeiros registra seu casamento em São Paulo, em 1653, com a paulista Maria da Silva Leite, e também o nascimento em Santana do Parnaíba, SP, em 1654, do primeiro dos seus 10 filhos conhecidos, Baltazar, que recebeu o nome em homenagem ao avô paterno, português, que não veio para o Brasil.

Já são 370 anos dos Naves no Brasil. A primeira geração é formada pelo casal João de Almeida Naves e Maria da Silva Leite, que teve 10 filhos, que integram a segunda geração. Dessa segunda geração, apenas a sétima filha, Florência da Silva Naves, que nasceu onde o casal se fixou, Santana do Parnaíba, mas ainda não se descobriu essa data, deu sequência à família. Ela se casou em 1714 com Domingos Lopes da silva, natural de Angra dos Reis (Macucu), RJ, em data também ainda não conhecida, e tiveram um único filho, que, como homenagem, ganhou o nome do avô materno, João de Almeida Naves. Ele igualmente é de Santana do Parnaíba e formou a terceira geração.

João de Almeida Naves, neto, ao se casar com Luzia Moreira de Afonseca, de Taubaté, SP, forma com seus oito filhos a quarta geração, quando a família se muda para Lavras, MG. Desses filhos, o sétimo, João Naves Damasceno, que nasceu em Carrancas, MG, em data ainda não conhecida, e que faleceu em Lavras, casou-se em 24 de fevereiro de 1786 com a mineira de Prados, Anna Victoria de São Thomé, e deram prosseguimento à família. Eles tiveram 12 filhos, que formam a quinta geração dos Naves brasileiros, e dois, com idades próximas, Venâncio José Naves, de 1796, e José Francisco Naves, de 1798, decidem vir para o Triângulo Mineiro. Eles possivelmente geraram uma lenda que era contada pelos mais velhos como a história da família, de que dois portugueses teriam vindo de navio, sem nome e ao chegarem ao Brasil adotaram Naves como sobrenome. Hoje se sabe que eles eram brasileiros e apenas se mudaram do Planalto do Sudeste de Minas Gerais para o Triângulo Mineiro, numa distância aproximada de 470 km.

Para ficar mais claro, peguei dois núcleos familiares, o meu e o de Iris Rezende, que se formaram a partir de um casal dos integrantes da quinta geração.

José Francisco Naves casou-se duas vezes e teve 19 filhos, dos quais 13 com a primeira, Anna Roza de Jesus, e que formam a sexta geração. Desses, dois, Antônio Joaquim Naves, conhecido como Antonino, de 1842, e Messias Candida de Jesus Naves, de 1843, já naturais de Araguari, MG, geraram filhos (sétima geração), que vieram para Goiás.

Antônio Joaquim Naves casou-se com a prima Anna Rosa Naves de Oliveira, mineira de Bom Sucesso, e tiveram 12 filhos, dentre os quais Elvira Rosa Naves, que nasceu em Nova Ponte, MG, em 1881, que integra a sétima geração. Messias Cândida Naves casou-se com Mariano Pereira Cardoso e tiveram cinco filhos, dentre os quais Maria Naves de Assumpção, que nasceu em Estrela do Sul, MG, igualmente passando a integrar a sétima geração.

Elvira Rosa Naves casou-se com o primo José Rodrigues Naves, de Araguari, de 1876, e tiveram nove filhos, dentre os quais José Rodrigues Naves Júnior, que também nasceu em Araguari, em 1915, formando a oitava geração; e Maria casou-se com Francisco José Carneiro, de Nova Ponte, e tiveram cinco filhos, dentre os quais a mais velha, Isabelina Naves Carneiro, igualmente formando a oitava geração.

José Rodrigues Naves Júnior veio em 1935 para a Goiânia que nascia, casou-se com a trindadense Maria Luiza Naves e o casal teve nove filhos, dentre os quais Jales Rodrigues Naves, que nasceu em Goianira, GO, em 16 de abril de 1950, e faz parte da nona geração. Isabelina Naves Carneiro casou-se com Limírio Pereira Machado e eles tiveram nove filhos, dos quais o segundo, Filostro Machado Carneiro, que nasceu em 1907, em Caldas Novas, GO, também formou a nona geração.

Jales Naves casou-se com a mineira de Ituiutaba, Heloísa Aparecida Machado, e tem três filhos, dos quais o caçula tem o nome do pai, nasceu em Goiânia, em 16 de março de 1988, e integra a décima geração. Filostro casou-se com Genoveva Vieira de Rezende, de Buriti Alegre, GO, de 1911, e o casal teve cinco filhos, sendo o segundo, Iris Rezende Machado, que nasceu em Cristianópolis, GO, em 1933, também integrante da décima geração dos Naves.

Jales Naves Júnior é solteiro e Iris casou-se com sua homônima Iris Araújo, e tiveram três filhos, estes formando a décima primeira geração.

Mesmo não assinando Naves, que ficou apenas com sua avó materna, Iris Rezende Machado não deixa de ser um integrante da família e fazia questão de ressaltar esse detalhe.

O seu primeiro voto para Vereador em Goiânia, como sempre falou, foi para o primo José Rodrigues Naves Júnior, que todos tratavam de Zé Navinho, e conquistou naquelas eleições municipais, em 1954, seu terceiro mandato à Câmara Municipal de Goiânia, pelo partido de oposição, a União Democrática Nacional (UDN). Por essa experiência e pelo bom relacionamento que já tinham construído, Iris o tornou seu conselheiro político e o procurou para falar de suas pretensões, que queria ingressar na política partidária. Naves Júnior, com sua experiência em eleições, sugeriu que Iris entrasse numa grande agremiação. Na época, três predominavam nos pleitos: a UDN, o Partido Social Democrático (PSD), então no governo, e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), de expressão nacional, ligado ao getulismo. A sua opção foi pelo PTB, quando se elegeu Vereador por Goiânia pela sigla trabalhista. A partir daí construiu a mais brilhante trajetória de um político goiano: Vereador, Deputado Estadual, Prefeito de Goiânia (quatro mandatos), Governador do Estado (dois mandatos), Senador da República por Goiás e, em nível nacional, conquistou dois ministérios: da Agricultura, no Governo José Sarney, e da Justiça, no Governo Fernando Henrique Cardoso.

No plano familiar, sempre esteve próximo das iniciativas dos parentes. Quando começamos a realizar um trabalho de organização da família ele de pronto se colocou à disposição, participou de um encontro realizado na chácara dos Naves, em Goiânia, quando fez questão de pagar a taxa de inscrição, e foi um dos primeiros a fazer sua assinatura da revista “Família Naves”. Inclusive, comentando em família essa publicação, que sempre elogiou, separou algumas fotos de seu núcleo familiar e as enviou à direção da publicação, que inseriu uma delas na capa da edição nº 4 do periódico. Um dos políticos mais próximos de Iris, Lívio Luciano Carneiro de Queiroz, que foi deputado estadual e Secretário de Comunicação da Prefeitura de Goiânia numa de suas gestões, é bisneto de Isabelina Naves Carneiro. Em sua última gestão na Prefeitura de Goiânia Iris levou uma prima, a médica Fátima Mrue, filha de Elvira Naves Mrué, uma renomada estudiosa da sua área, para ser a Secretária Municipal de Saúde.

Essa é sua ligação com a família e assim foi sua relação com os familiares Naves.

*Jales Naves, jornalista e escritor, presidiu a Associação Goiana de Imprensa (AGI) em dois mandatos consecutivos (1985-1991) e integra a Academia de Letras e Artes de Caldas Novas (Cadeira nº 30), o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (Cadeira nº 34) e o Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis para os Povos do Cerrado.

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Lideranças do MDB de Goiânia defendem candidatura própria ao governo de Goiás

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MDB quer Gustavo na cabeça
Evento contou com a participação de várias lideranças do MDB

A defesa da candidatura própria do MDB ao governo de Goiás em 2022 ganhou na noite desta sexta-feira, 10, o apoio de lideranças do partido na capital.

“O MDB não pode aderir a chapa branca do governo”, sentenciou o deputado estadual e secretário-geral do Diretório Estadual, Paulo Cézar Martins, que organizou o encontro.

O presidente da Fundação Ulysses Guimarães em Goiás, Ênio Salviano, defendeu candidatura própria do partido e que o prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha, seja o cabeça desta chapa. “O MDB está preparado para governar Goiás e o prefeito da segunda maior cidade do estado tem todas as condições de ser o sucessor dos ex-governadores emedebistas Mauro Borges, Henrique Santillo, Iris Rezende e Maguito Vilela”, recordou o presidente da fundação responsável pela formação dos quadros emedebistas.

Todos os oradores defenderam candidatura própria seja do prefeito de Aparecida ou do presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, e repudiaram a possibilidade de aliança com adversários históricos do MDB, como o governador Ronaldo Caiado (DEM).

Presente na reunião, Gustavo Mendanha reforçou a defesa da candidatura própria do MDB e disse que segue o conselho dos eternos líderes do MDB goiano. “Time grande tem que disputar o campeonato. O MDB é grande, forte e tem a responsabilidade de devolver a alegria ao povo goiano”, ressaltou Gustavo, que apesar dos pedidos de diversas lideranças ainda não se apresenta como pré-candidato.

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